Prende-te a vida...

sábado, março 19

Enxaqueca

São dores de cabeça intensas, agudas, normalmente uni ou bilaterais, e muitas vezes por trás de um olho ou de uma têmpora. Pode sentir-se nauseado ou vomitar, sensibilidade á luz e ao barulho. Estas caracteristicas poderam surgir até três dias.

Como se desencadeia?

  • Stress
  • Trauma
  • Mudanças de sono
  • Alguns alimentos e bebidas (cafeina, alcool, queijo, etc)
  • Alteraçoes hormonais nas mulheres

O que pode fazer?

  • Tome um analgésico ao primeiro sinal de um ataque. Caso se sinta com enjoos ou vomitar, tome um remédio para a enxaqueca
  • Deite-se num quarto escuro e sossegado, com a almofada para apoiar a cabeça
  • Tente dormir
  • Beba água com grande quantidade (especialmente se vomitar)
  • Utilize oculos escuros caso esteja exposto a esta

Como prevenir?

  • Coma regularmente e beba 6/8 copos de água por dia
  • Evite alimentos como:chocolate, cafeina, alcool e queijos
  • Reduza o stress
  • Faça exercicio regularmente
  • Mantenha um padrão de sono regular

Menopausa

  • A manepausa é uma alteraçao natural, que ocorre entre os 45 e os 55 anos, devido a uma queda dos niveis da hormona femenina estrogenos.
    No início a mulher depara-se coom os seus períodos irregulares e escassos, até pararem por completo,mas considera-se que uma mulher entra em menopausa se nao tiver período durante um ano.

    O que sente?

    Os sintomas mais frequentes são:

  • Fagachos ou ondas de calor, que causam uma vermelhidão sobre a face e o tronco, acompanhada por sensação de calor no corpo e por transpiração;
  • Suores nocturnos;
  • Secura vaginal;
  • Pele seca;
  • Problemas urinarios;
  • Adelgaçamento osseo (risco de osteoporose )
  • Alterações de humor;
  • Ansiadade, depressão, irritabilidade;
  • Fadiga;
  • Perda de memória;
  • Insónias;
  • Dimiuição do desejo sexual;

O que pode fezer?

Para aliviar a dor abdominal e outros tipos de dor:

  • Tome ibuprofeno;
  • Tome um banho de imersão quente;
  • Aplique calor no abdomen, usando uma botija ou garrafa de água quente embrulhada numa toalha,

Para alívio dos restates sintomas :

  • Faça exercicío regularmente;
  • Tente evitar o stress e tarefas que a cansem mentalmente;
  • Para reduzir a ansiedade e a tensão, faça alguns exercicios de respiração profunda e relaxamento muscular;
  • Tome suplementos de vitamina B6
  • Tente optar por peixe gordo pode ajudar a redizir a dor do período;

sexta-feira, março 18

Mau Hálito

O que é? Como ocorre?

Consiste nos odores desagradaveis oriundos da cavidade bucal ou através da respiração. O hálito com cheiro desagradavel,conhecido clinicamente por halitose,deve-se normalmente a uma má higiene oral. As particulas de comida que ficam na boca e entre os dentes são compostas por bactérias e causam um cheiro agressivo. Alguns alimentos e bebidas tambem dão cheiro ao hálito, como o alho ou a cerveja.
O mau hálito tambem aparece quando a boca está seca, e é um problema ao acordar. Outras causas incluem uma infecção das cavidades nasais ou garganta, diabetes, doença pulmonar ou dietas de emagrecimento.


O que pode fazer?

  • Escove os dentes sempre que puder, principalmente apos cada refeição
  • Escove a lingua
  • Use o fio dental uma vez por dia
  • Beba muita água
  • Evite o alcool, chá e café
  • Não fume. Os cigarros são a pincipal causa de mau hálito
  • Evite comidas picantes ou cheiro forte
  • Faça por ter uma alimentação rica em cenoura, maça, eoutros alimentos fibrosos
  • Leve a escova de dentes para a escola ou para o trabalho, para escovar os dentes no final da refeição.Se mal puder fazê-lo, masque pastilha elastica sem-açucar, que encoraja a saliva a circular
  • Tome sempre o pequeno almoço, porque estimula a saliva
  • Visite o dentista pelo menos duas vezes por ano

Abortos repetidos. Da doce espera à amarga decepção


Abortos repetidos. Da doce espera à amarga decepção

Os abortos repetidos podem obedecer a múltiplas causas. Muitas vezes, através de um diagnóstico preciso, é possível indicar o tratamento mais apropriado para cada situação, com importantes possibilidades de êxito.


Não existe nada mais traumático para uma mulher do que perder uma gravidez devido a um aborto. E embora a maioria consiga ter um filho saudável numa gravidez posterior, a perda pode repetir-se. Geralmente, a definição de abortos repetidos ou habituais, ou infertilidade, aplica-se na perda de três gravidezes ou mais de forma consecutiva. Fala-se então de infertilidade quando o casal consegue a gravidez, mas não a pode levar a termo, porque em algum momento – durante o primeiro ou o segundo trimestre (muito raramente é no terceiro) – se produz uma perda. Esterilidade, pelo contrário, é a impossibilidade de conseguir a gravidez.

Gravidez química e gravidez clínica

As perdas embrio-fetais espontâneas podem definir-se com distintos nomes, segundo o modo como foi diagnosticada a gravidez. Fala-se de aborto bioquímico quando a gravidez se detectou mediante um teste, mas não chegou a documentar-se a presença do saco gestacional através da ecografia. Neste caso, é possível que o problema se tenha apresentado na implantação do embrião. No aborto clínico, pelo contrário, a gravidez tinha sido documentada pela presença do saco gestacional mediante uma ecografia.
Clinicamente, a detecção da gravidez costuma manifestar-se de formas distintas. Às vezes, produz-se o aborto propriamente dito, com a expulsão do produto da concepção de forma completa ou incompleta, através da perda de sangue. Neste último caso, pode requerer-se uma intervenção cirúrgica para eliminar o tecido residual. Outras vezes, pode não haver perdas de sangue, e tratar-se de uma gravidez anembrionária, onde a ecografia permite documentar a presença do saco gestacional, mas não de um embrião no seu interior.

As causas

Estatisticamente, o risco de sofrer um aborto devido ao acaso oscila entre os 15 e os 18 porcento. A possibilidade de que um casal tenha dois abortos consecutivos devido ao acaso, como acontecimentos independentes, é de 5 por cento, e este índice diminui para menos de 0,5 por cento na terceira tentativa. No entanto, se a primeira perda não obedece ao acaso, o risco de que a situação se repita na segunda gravidez eleva-se para 25 por cento, e aos 35 por cento depois de dois abortos consecutivos. Por esta razão, se a mulher teve dois abortos seguidos, deve consultar um especialista, para estabelecer as causas que motivaram as perdas.

Aspectos genéticos

Embora os motivos da infertilidade possam ser múltiplos, uma elevada percentagem de gravidezes perde-se por causas genéticas (um “mau” espermatozóide, um “mau” óvulo, ou um defeito no embrião produzido durante o processo de fertilização). Geralmente, tratam-se de mutações cromossómicas que impedem o desenvolvimento do embrião. Habitualmente, os problemas genéticos associam-se a perdas de gravidezes anembrionárias, aquelas em que se forma o saco, mas não se consegue visualizar o embrião, situação que pode comprovar-se mediante uma ecografia entre a sexta e a oitava semana.
Por vezes, estas perdas podem ser aleatórias, ou seja, que justamente “esse” óvulo, “esse” espermatozóide, ou “esse” embrião, foram os causadores do aborto. Mas outras vezes, as alterações genéticas não são isoladas, mas sim resposta a algum transtorno materno ou paterno que é necessário identificar mediante uma análise a ambos os membros do casal.

Como influencia a idade

Os abortos repetidos estão intimamente relacionados com a idade materna, dado que depois dos 36 ou 37 anos a qualidade dos óvulos vai diminuindo e a possibilidade de se apresentarem transtornos genéticos é maior. Por isso, quanto mais avançada é a idade da mulher – dado que a qualidade dos óvulos vai diminuindo – maiores são os problemas de implantação, e como consequência, a percentagem de abortos será mais elevada. No homem, geralmente depois dos 60 anos, os espermatozóides também começam a mostrar alterações que podem levar à perda da gravidez.

Uma complicação de causas diversas

Muitas vezes, o motivo do aborto pode ser o que se denomina incompetência cervical; ou seja, certas anormalidades no colo do útero que causam a perda. Assim, alguns transtornos maternos como as doenças endocrinológicas, a diabetes, os problemas de tiróide, algumas infecções (HIV, Clamídia, HPV, Herpes), as colagenopatias, e a hipertensão, entre outros, podem ser causa de abortos repetidos. O mau funcionamento do sistema imunitário da mãe é outro dos factores desencadeantes de perdas embrio-fetais. Neste caso, a mulher pode produzir anticorpos que actuam contra o próprio organismo afectando a irrigação da placenta e do feto, ou então aloanticorpos, como uma manifestação de recusa das células paternas.

As malformações uterinas

Outra possível causa de abortos repetidos é as malformações uterinas congénitas, que em geral se associam com perdas de gravidezes de maior idade gestacional. Estes defeitos podem descartar-se através de estudos ecográficos, ou através de uma histerossalpingografia, um exame radiológico que se realiza por via vaginal e que permite avaliar a condição do útero e das trompas de Falópio. A frequência deste tipo de complicações é de aproximadamente um por cento, e às vezes é possível corrigi-las mediante a cirurgia, embora não em todos os casos.

Fibromas e pólipos


Os fibromas e os pólipos são duas patologias uterinas que também podem interferir na gravidez, embora nem sempre causem abortos. Existem três tipos de fibromas: subserosos – que se localizam na serosa uterina para fora -, intramurais – localizam-se dentro do útero -, e submucosos, que são os que se associam ás perdas embriofetais. Os pólipos são tumores benignos que se podem desenvolver dentro do útero ou no colo e ocupar o endométrio. Tanto os pólipos como os fibromas podem diagnosticar-se mediante a ecografia, e em ambos os casos o tratamento é cirúrgico.

Transtornos hormonais

Em certos casos, os abortos repetidos podem dever-se a uma disfunção hormonal conhecida como defeito da fase lútea, na qual a mulher não chega a produzir suficiente progesterona para suportar uma gravidez precoce. É necessário estabelecer – mediante análises de sangue – os níveis hormonais: FSH, LH e estradiol (o terceiro dia do ciclo menstrual), progesterona (próxima do fim do ciclo menstrual), tiróides e prolactina, para determinar a terapia hormonal adequada.

O factor Rh

Quando a mãe é Rh negativo e o pai Rh positivo, o embrião pode adquirir qualquer um dos factores sanguíneos. Se nesse casal se produz um aborto espontâneo, embora não tenha sido possível estabelecer o factor sanguíneo fetal, não se deve descartar a possibilidade de que o embrião tenha sido Rh positivo, já que esse contacto mínimo de sangue pode ter sensibilizado a mulher. Nesse caso, a mãe poderia abortar as gravidezes com Rh positivo, dado que teria gerado anticorpos. Por isso, é necessário realizar um Teste de Coombs para conhecer a situação materna. Se não formou anticorpos, a mulher pode ficar tranquila. Caso contrário, deverá receber anticorpos preventivamente, na semana 28 da gravidez.

Abortos repetidos: o que fazer?

Depois de dois abortos consecutivos, o indicado é efectuar os estudos que ajudem a estabelecer o motivo das perdas. E assim, como na primeira gravidez faz-se com que a mulher expulse o saco embrionário sozinha, na segunda oportunidade, o ideal é extraí-lo cirurgicamente para o estudar. Um dos primeiros exames que se realiza é o do cariótipo do casal, um estudo genético cujo resultado patológico poderia indicar que a causa da infertilidade é irreversível. O resultado normal, pelo contrário, assegura que o casal não tem problemas genéticos, pelo que o aborto pode dever-se a um transtorno “desse” óvulo, “desse” espermatozóide, ou “desse” embrião.
O espermograma é outro dos procedimentos diagnósticos recomendado para determinar se os espermatozóides são escassos, ou se existem transtornos na sua morfologia que possam alterar a qualidade embrionária. Uma vez descartada a causa genética, o médico indicará os exames adequados que permitam avaliar as condições maternas, ou seja, o estado do útero, possíveis transtornos hormonais ou imunológicos, ou outro tipo de patologias que pudessem afectar a normal consecução da gravidez. Entre eles, uma prova post-coito (similar ao Papa Nicolau) a meio do ciclo é útil para analisar a reacção do esperma e da mucosidade vaginal. Ao mesmo tempo, algumas das células obtidas podem ser enviadas para o laboratório para determinar a presença de algumas infecções, como clamídia ou ureaplasma, entre outras.

Incontinência emocional?

Quando um casal planifica uma gravidez, porque ambos desejam ter um filho, gera-se nesse vínculo uma constelação particular, especialmente para a futura mamã. Depois de um certo tempo – às vezes breve, outras mais prolongado -, o resultado do teste dá “positivo”. Grande impacto emocional nos futuros papás. Surpresa, alegria, ilusão, e um bebé “imaginário”, aparte do embrião ”real”. A notícia chega a familiares e amigos, dando começo a um novo capítulo na vida dessa família.
Felicitações, um aluvião de chamadas telefónicas, inclusive algum presentinho. Mas, em algumas ocasiões, às poucas semanas da gestação, produz-se uma pequena hemorragia... indicação de repouso..., angústia, temor, e finalmente, o triste desenlace: “perdeu-se” a gravidez. A quantidade de angústia que esta circunstância gera é enorme, porque se desmorona esse idílio ilusório, estabelecido de forma muito precoce, com um filho concebido, em que se depositaram ilusões, expectativas, ideais...

De repente, tudo o que era felicidade e doce espera, se converte em amarga decepção, dor e perplexidade, já que isto não fazia parte dos planos. Um facto inesperado e –por si mesmo – altamente traumático. É difícil suportar uma situação em que a vida e a morte acontecem quase simultaneamente. O paradigma do ser querido, impossível de ser pensado como morto, é o filho por nascer. Desvanecem-se nesta sucessão expectativas psicológicas e afectivas que desorganizam todo o psiquismo da mulher, e provocam assim uma grande angústia no pai e também nos profissionais que os assistem.

O temor de “nunca mais”

No caso da mulher que nunca teve um filho, a situação é duplamente traumática, já que a sua fantasia é de que “nunca” poderá ser mãe, e isso desespera-a. habitualmente, a ideia subjacente ao temor de “nunca mais” é que os órgãos relacionados com a sua fertilidade tenham ficado danificados. Como os genitais femininos estão ocultos, esta situação favorece que a mulher se imagine “danificada” na sua capacidade de gerar um filho e de levar avante a gravidez a feliz termo.

Amargo vazio Depois de uma gravidez abortada de forma espontânea - sobretudo se se desconhecem as causas -, fica um sabor amargo e a sensação de vazio, e inicia-se, no melhor dos casos, e com a adequada ajuda, uma dor que deverá ser elaborada antes de tentar novamente. E é comum que nessa família, a chegada da segunda gravidez seja vivida com alegria, mas também com um grau de ansiedade e temor de que a situação se repita. Além disso, como defesa, esta mamã não estabelecerá, aparentemente, um vínculo com o filho que tem na barriga, para não sentir carinho, “por via das dúvidas”.

Um segredo de dois

É frequente que depois de dois ou três abortos consecutivos, os futuros papás não contem nada a ninguém acerca de uma nova gravidez; geralmente, até ter passado o primeiro trimestre. E ainda quando o perigo de aborto está aparentemente superado, o temor não abandona estes papás, que lentamente irão estabelecendo um vínculo com o bebé, embora com certas reservas. Até que não chegue o momento do parto, eles não conseguirão estar totalmente em paz.

Os aspectos psicológicos

Do ponto de vista psicológico, as mulheres que sofrem de abortos repetidos, por razões emocionais, não conseguem “conter” o seu filho dentro de si, e expulsam-no, com o enorme sentimento de impotência e frustração que isto produz. Daí que necessitem de muita contenção, tanto familiar, como por parte da equipa que a assiste, para que, por sua vez, possam conter e levar a termo a gravidez. Muitas mulheres procuram uma causa que explique o motivo dessas perdas, culpando-se geralmente a si mesmas, e gerando uma angústia que se sobrepõe à tristeza já existente pelo trauma vivido. A morte do filho ainda não nascido é, quem sabe, uma das únicas dores que nunca terminam totalmente. Em suma, depois de um longo trabalho, os pais resignam-se e aceitam a dolorosa realidade, embora com um grande desgaste emocional; pena que se vai mitigando, mas que jamais desaparecerá.

As crianças primeiro

Quando os abortos sucedem no seio de uma família que já tem um ou mais filhos, estes devem conhecer o sucedido. Ocultar a verdade porque “é pequenino e não entende” responde a um mito que pode trazer graves consequências na saúde – tanto física, como mental – das crianças. Os pais devem incluir os seus filhos no processo de dor que acontece no lar, de que eles também fazem parte.

A dor

Durante o período de dor, atravessam-se diferentes etapas. Primeiro, o choque, depois, a negação, até poder enfrentar a realidade do que aconteceu. Desde esse momento, é possível começar a dor propriamente dita e um trabalho de elaboração psicológica, que permita recuperar a libido, necessária para poder pensar na possibilidade de uma nova gravidez. Nunca deve tratar-se de tapar a ausência – neste caso, a morte do filho – com a presença de outra pessoa, ou seja, de outro filho.

Projectos compartilhados, fracassos também

O filho, que era parte de um projecto comum de ambos os membros do casal, faz com que as perdas também sejam vividas de forma conjunta, de mão dada. No entanto, depois de um ou vários abortos, cada integrante pode ter atitudes ambivalentes: por um lado, diálogos comuns e compartilhados; pelo outro na sua intimidade, teme mas cala-se, com a ideia de não angustiar ainda mais o companheiro. Noutros casos, aparecem as culpas recíprocas. No entanto, o motivo dessa agressividade pode dever-se a outras situações hostis, não relacionadas directamente com a gravidez frustrada. Recordemos que, para além de toda a situação de aborto real e concreto, esta vivência puxa todos aqueles aspectos “abortados” ou “estéreis” noutros aspectos da vida, como por exemplo, uma carreira não concluída, um projecto laboral frustrado, ou um amor impossível.

Procurar ajuda

Há momentos, depois de vários abortos repetidos, em que a mulher se sente “doente”, estéril, incapaz de dar vida... quando é muito jovem, e geralmente emocionalmente imatura, embora sofra as consequências da perda, não se preocupa demasiado a pensar que o facto se poderá repetir. Pelo contrário, as mulheres com mais de 35 anos que ainda não tiveram filhos, perante duas ou mais situações de aborto espontâneo, temem que já não poder conceber, e entram num estado depressivo que tende a converter-se em crónico. Neste caso, o trabalho preventivo, ou seja, uma boa ajuda de um profissional, é essencial para superar a crise.


sapo

quarta-feira, março 16

Dieta o que é?

Quando se fala em comer bem, em dieta quer dizer ingerir o tipo e a quantidade de alimentos adequados a cada um. Uma alimentação saudavel é a que proporciona as substâncias de que o nosso corpo necessita.
O melhor é comer alimentos de forma variada e de tudo um pouco. É um mito que as pessoas que querem emagrecer têm de cortar ao pão. Pois reparem o pão tal como qualquer outro alimento se for comido em excesso engorda mas se for racionalizado é um bem essencial. Numa dieta em que a pessoa quer emagrecer, apenas não se deve comer pão durante as refeições mas ele não deve ser retirado do dia a dia, a não ser que seja substituido por cereais, ou bolachas pois o nosso organismo necessita destes elementos para um bom funcionamento.
A água é muito importante e tambem é de salientar que não engorda. Deve-se beber de 1,5L a 2L por dia, pois faz com que os rins funcionem e mantém a pele hidratada e saudável. Devem-se evitar as bebidas com gás e açúcar.
Deve-se comer em pequenas quantidades várias vezes ao dia, nunca saltar refeições, isto porque o nosso estômago é como um balão se o enchemos muito ele quando diminui não fica com a sua forma inicial fica maior e cada vez que for enchido vai ficando maior, mas se nós enchermos pouco de cada vez a sua forma inicial mantem-se. É o que acontece connosco o estômago é um órgão elástico se for muito cheio vai necessitar cada vez de mais comida para que a pessoa se sinta saciada. É importante mastigar bem os alimentos.
O exercicio físico é muito importante para tu emagreceres ou manteres em forma e para te sentires bem pois há um mecanismo que faz com que no fim de se praticar desporto sejam libertadas endorfinas que são responsaveis pela sensasão de prazer e bem estar e fazem com que te sintas animado.
Agora a parte triste à jovens que por várias razões têm problemas com a sua imagem, e não se aceitam a si próprios e ou comem de uma maneira desordenada ou então deixam de comer. Isto desencadeia doenças como obesidade anorexia e bulimia. As pessoas afectadas precisam de atenção médica e muitas vezes psicologica especializada e um controlo rigoroso da alimentação.

quarta-feira, março 9

O que é o acne? E formas para trata-lo.

O acne é uma alteração cutânea, em que as glândulas sebáceas infectam. A forma mais corrente de Acne é o acne vulgaris, que é o acne associado aos adolescentes, pois é própria desse periodo de vida. O sebo produzido pelas glândulas sebáceas* não consegue ser espulso porque os foliculos pilosos ficam bloqueados ou obstruidos por um tampão de queratina torna-se que se torna negro e forma as chamadas espinhas. A acne juvenil afecta principalmente a cara, o peito e as costas, o que faz com que ás vezes nem se queira sair de casa!
A tarefa prioritária para tratar o acne é tratar da higiene da pele, mas isto não quer dizer que se não houver boa higiene as pessoas tem acne, mas que é essencial, efectuar uma limpeza suave, sem usar escovas de cerdas duras, e utilizar um sabão ou gel especialmente elaborado à base de aveia ou acido láctico, componentes que se encarregam de controlar a excessiva secreção de gordura no organismo. Hoje em dia há tratamentos eficazes para combater o acne, todos eles há base de vitamina A e de antibioticos tópicos e orais. Por vezes recorre-se a tratamento cirúrgico.

glândulas sebáceas* São órgãos que se situam na pele que segregam a gordura de que esta necessita. Quando se produz gordura em excesso pode provocar acne.

sexta-feira, fevereiro 25

Não brinques com a vida!

Mude de COMPORTAMENTO antes que a SIDA mude a sua vida.


A SIDA é uma doença mortal causada pelo vírus VIH.

Se o vírus penetrar na corrente sanguínea vai atacar e destruir as nossas células de defesa.

O doente infectado pelo VIH fica progressivamente débil, frágil e pode contrair várias doenças que o podem levar á morte. Estas doenças normalmente não atacam as pessoas com o sistema imunitário que funcione bem, pelo que são designadas por "doenças oportunistas".

A SIDA não tem cura nem vacina.

A SIDA não é uma doença limitada a certos grupos como : as prostitutas, os toxicodependentes ou os homossexuais.


A SIDA transmite.se através de relações sexuais, sangue contaminado, da mãe infectada para o filho durante a gravidez, o parto ou o aleitamento.

A SIDA pode atingir homens ou mulheres de qualquer idade, ou grupo social, desde que tenham comportamentos de risco e transmite-se mais facilmente do homem para a mulher.



A SIDA não se transmite através de:

  • Aperto de mão;
  • Tosse ou espirro;
  • Loiça e talheres;
  • Picadas de insectos;
  • Conversa;
  • Beijos;
  • Casas de Banho;
  • Roupa;
  • Dar um abraço;
  • Dormir com alguém;
  • Tomar banho na piscina;
  • Brincar...



Como evitar ser infectado pelo VIH?

  • Use sempre preservativo de relações sexuais;

  • Use sempre seringas e agulhas novas;

  • Não partilhe objectos pessoais que possam estar em contacto com o sangue...

"Se estiver a fazer planos para o ano, plante arroz.
programar para uma década, plante ávores.
Projectar para uma vida inteira, EDUQUE uma pessoa".
(Provérbio chinês)

quinta-feira, fevereiro 24

O êxito começa com a vontade


Se pensas que estás vencido, estás.
Se pensas que não tens coragem, não o farás.
Se pensas que gostarias ganhar mas não podes,
não o conseguirás.
Se pensas que perderás, já perdes-te,
porque no mundo vais encontrar
que o êxito começa com a vontade do homem.

Tudo está no estado mental.
Porque muitas carreiras foram perdidas
antes de começar a correr,
e muitos cobardes fracassaram,
antes do seu trabalho começar.
Pensa em grande e os teus projectos cresceram.
Pensa em pequeno e ficarás atrás.
Pensa que podes e poderás.
Tudo está no estado mental.
Se pensas que estás aventajado, estás.
Tens que pensar bem para elevar-te.
Tens que estar seguro de ti próprio,
antes de tentar ganhar um premio.

A luta da vida não sempre é ganha
pelo homem mais forte, ou o mais ligeiro,
porque mais tarde ou mais cedo, o homem que ganha,
é aquele que acredita em poder fazer.

RUDYARD KIPLING

quarta-feira, fevereiro 23

É do sexo masculino e tem mais de 50 anos?

É a partir desta idade que surgem os primeiros sintomas de anomalias da próstata.
O que acontece à próstata aos 50 anos?
Mesmo sem sintomas pode surgir a hipertrofia benigna da próstata(HBP). Mais raramente pode ocorrer cancro da prótata que tem que ser diagnosticado imediatamente.
Hipertrofia Benigna da Próstata
É um aumento benigno do volume da próstata. Os sintomas são progressivos e incómodas. Esse aumento de volume pode fazer compressão sobre a bexiga e uretra dificultando a saída da urina.
Quais são os sintomas?
  • Dificuldade em iniciar a micção;
  • Urina de jacto fino ou em gotas;
  • Maior esforço para urinar;
  • Sensação de esvaziamento incomplecto da bexiga.
À medida que a doença avança, podem surgir outros sintomas como dor ao urinar e sensação de vontade frequente de urinar, quer de dia quer de noite.
Numa fase mais avançada, a bexiga pode não conseguir esvaziar-se e causar problemas que podem acasionar insuficiência renal, ligeira perda de urina ou incapacidade de a reter.
Como se diagnostica?
Através dos sintomas e por exame físico de palpação da próstata por via rectal, no qual o médico confirma o aumento do volume.
Há ainda outros testes: medição do volume da urina retida na bexiga após micção, ecografia da próstata e outros.
Como se trata?
Há casos em que os medicamentos aliviam os sintomas e podem evitar a operação e complicações. O médico escolhe-os conforme a eficácia, efeitos secundários e tolerância do doente.
O tratamento é feito por toda a vida porque sem cirurgia, os medicamentos só aliviam os sintomas, não curam a doença.
Que cuidados se recomendam com os medicamentos?
Seguir com rigor o tratamento para aliviar os sintomas e evitar agravamento. Não tomar outros medicamentos, nem mesmo os que não precisam de receita médica sem informar o médico ou o farmacêutico de que tem HBP, porque alguns podem agravar a doença, como os medicamentos para: constipação, cólicas, darreias...
Outros cuidados para melhorar o seu bem estar:
  • Urine logo que precise;
  • Mantenha a actividade sexual regular;
  • Evite bebidas alcoólicas;
  • Evite beber muito à noite antes de se deitar;
  • Não ingira muitos liquídos.
Quando consultar o médico?
Não aguarde pelos sintomas. A partir dos 50 anos o médico deve ser consultado regularmente para observar a evolução da sua próstata. Se lhe for diagnosticada alguma doença, o tratamento deve ser iniciado de imediato para evitar complicações.
A identificação de alguma patologia da próstata, é feito através de uma análise ao sangue, que detecta o Antigénio específico da próstata (PSA). Valores suspeitos, obrigam a uma biópsia para diagnóstico.
Se o tratamento tardar, podem surgir infecções urinárias, lesões na bexiga e nos rins ou retenção da urina, o que pode obrigar à cirurgia ou a situações mais graves que devem ser acauteladas.
"Não há nada mais simples do que envelhecer jovem.
Basta trabalhar com alegria, dando a todos a maior quantidade possível do seu coração e do seu amor..."
Henri Bordeuax

Eu não sabia que existia...tu podes evitar.Vacina-te!

Talvez já tenhas ouvido falar de hepatite B.
Será uma nova doença?
Que tipo de pessoas afecta?
Hepatite B e Sida: a mesma batalha?
O que é a hepatite B?
A Hepatite B é provocada por um vírus que ataca um orgão vital- o fígado.
Aproximadamente 30% da população portuguesa já teve contacto com o vírus. Em muitos casos o indivíduo infectado consegue, através dos seus mecanismos naturais de defesa curar a doença ficando imunizado.
Contudo, cerca de 10% dos doentes não conseguem eliminar o vírus, podendo vir a sofrer de Cirrose Hepática e Cancro de fígado, pelo que correm risco de vida.
Hepatite B
Formas de transmissão
O vírus transmite-se de indivíduo para indivíduo através do contacto com liquídos orgânicos infectados:
  • Sangue
  • Esperma
  • Secreções vaginais
  • Saliva
  • Suor
  • Lágrimas
Risco de vida
O vírus da SIda transmite-se através do sangue e do esperma. O vírus da Hepatite B para além de se transmitir pelo sangue e pelo esperma, também se transmite através do suor, de lágrimas,secreções vaginais e da saliva.
O vírus da hepatite B, consegue sobreviver durante muito tempo, quando exposto à luz e ao ar e é resistente a alguns desinfectantes habituais. O mesmo não acontece com o vírus da Sida.
Por estas razões,o vírus da Hepatite B é 100 vezes mais infeccioso que o vírus da Sida.
O número de mortes por Hepatite B num dia é superior ao número de mortes por Sida num ano.
A hepatite B tem Tratamento?
Infelizmente, não existe tratamento específico para a hepatite B.
A Hepatite B pode ser prevenida?
Sim, já existe uma vacina eficaz e segura contra esta doença.
A vacina tem efeitos secundários?
São pouco frequentes e, em regra, ligeiros e moderados.
Quem vacinar?
Está demonstrado que a vacinação exclusiva dos grupos de risco não é eficaz na erradicação da Hepatite B. É necessáio iniciar um programa de vacinação alargado para alcançar este objectivo.
Segundo as mais recentes recomendações da OMS, além dos tradicionais grupos de risco:
  • Profissionais de Saúde
  • Recém - nascidos filhos de mães portadoras do vírus.
  • Indivíduos com familiares infectados
  • Militares, bombeiros, Forças de Segurança.
  • Indivíduos com mais do que um parceiro sexual
Deverão igualmente ser vacinados todos os recém - nascidos e adolescentes. Só assim será alcançado este objectivo- erradiar a hepatite B até ao ano 2015!
Hepatite B - Um risco particular em adolescentes!!
As estatísticas mostram que o grupo etário entre 15-24 anos de idade tem um maior risco de contrair hepatite B, particularmente devido ao seu comportamento e estilo de vida - início da actividade sexual, viagens...Está demonstrado que a Hepatite B é uma doença sexualmente transmissível, logo, o risco de contrair Hepatite B aumenta com o número de parceiros. Como se pode constactar, a Hepatite B não é uma doença que possa ocorrer somente em homossexuais e prostitutas mas sim no cidadão comum, com uma vida sexual activa.
Qual é a melhor altura para te vacinares?
Já! Porque é impossível saber quando terás contacto com o vírus.
Com certeza que quererás contrair Hepatite B e, muito menos, transmitir a doença ao teu parceiro sexual.
Quais são os sintomas da Hepatite B?
Os primeiros sintomas de Hepatite B são similares aos da gripe - febre ligeira, cansaço, fraqueza,dores de cabeça e dores abdominais.
Alguns dias depois, a pele, bem como a parte branca dos olhos poderão ficar amarelas (a chamada icterícia), o que nem sempre acontece. Em algumas pessoas estes sintomas são tão ligeiros que nem sempre se chega a dar conta da sua existência.
O que é necessário para a vacinação contra a Hepatite B?
A protecção total requer um conjunto de 3 injecções.
Uma ou duas são insuficientes para te fornecer a protecção necessária.

Ponto final na dor

Ponha um ponto final na dor que não lhe sai da cabeça




A enxaqueca é muito mais do que uma simples dor de cabeça. É uma doença neurovascular caracterizada por crises repetidas de dor de cabeça que podem ocorrer com frequência bastante variável afectando cerca de 10 a 15% da população.A enxaqueca pode ser acompanhada de naúseas e / ou vómitos, elevada sensibilidade à luz, ruído e cheiros fortes.




Enquanto alguns doentes apresentam poucas crises durante toda a vida, outros relatam diversos episódios a cada mês, reflectindo-se negativamente na sua qualidade de vida e na daqueles que os rodeiam.


Uma crise de enxaqueca pode durar até 72 horas (3 dias) impedindo mesmo os doentes de trabalhar ou terem uma vida social e familiar normal. A enxaqueca é uma doença extremamente incapacitante e, mesmo entre crises, os doentes vivem ansiosos com medo que nova enxaqueca volte a aparecer.


Existem diversos tratamentos que aliviam as dores causadas por crise de enxaqueca, mas que nem sempre proporcionam o resultado terapêutico mais desejado.



O seu médico entende que pode sofrer de uma patologia complexa, extremamente incapacitante e que deverá ser valorizada como tal, levando a um tratamento específico para aliviar o seu sofrimento.


Em portugal, cerca de 1 milhão de pessoas sofrem do mesmo problema,60% dos doentes com enxaqueca nunca consultaram um médico.



Não queira fazer parte deste número.Peça hoje mesmo conselho ao seu médico e ponha um ponto final na dor que não lhe sai da cabeça.





Mantenha uma vida saudável.Evite:



  • Stress;
  • Má alimentação ou sensação de fome;
  • Cafeína;
  • Chocolate,citrinos,queijo,
  • Álcool,especialmente vinho tinto;
  • Cansaço físico ou mental excessivo;
  • Mudanças no ritmo do sono;
  • Emoções intensas;
  • Factores ambientais agressivos (barulho, luz intensa, cheiros fortes,etc.);
  • Condições climáticas extremas;
  • Ansiedade/depressão.



Volte à vida activa rapidamente.